é uma sensação de estranheza. Parece distante, visto daqui, mas depois está tão perto, quase roça o ridículo! Quase!

 

E outras coisas… já lá vão duas décadas. Está tudo igual. Casa nova a caminho (nova, do séc XVI, mas nova, sim), espaço para respirar, extravasar

E Paris.

a nova “aquisição”, que nos caiu de paraquedas =)
estava ao pé de um caixote do lixo, não consegui deixá-lo lá ficar. Provavelmente a mãe estaria a mudar as crias, talvez se sentisse ameaçada por alguma azão, e uma miudinhas tiraram-no do sítio,por desconhecimento, julgo eu. E deixaram-no ali. Sozinho tinha morrido, já começava a anoitecer e estava esfomeado. Nem os olhinhos tinha aberto, portanto devia ter cerca de 2 semaninhas. E agora está com um mês, mais ou menos, olhinhos abertos e uma é uma fofura. E ganhou uma casa nova =) (e uma irmã-gata-mais-velha que ainda se está a habituar a esta nova presença)thrt

Adopt one today! bahahahaha Adopt one today!

Meu Deus, és a cara chapada dela. Ia jurar que são a mesma pessoa. Chega a meter medo!

Mas agora que reparo melhor, as diferenças. Nariz mais arredondado, a face mais redonda no seu todo, aliás. Até os olhos, menos rasgados e mais pequenos, sobrancelhas menos espessas, mais desenhadas. Olhos mais calmos, sim. O cabelo mais claro, mais desordenado, o queixo proeminente. A palidez também destoa do ligeiro moreno da pele dela, e as mãos… Essas realmente são outras, mais duras na sua forma, menos angulares e estreitas, muito pouco femininas. O sorriso é mais fechado, mas remete novamente para o rosto dela, os olhos estreitam-se da mesma maneira, aquelas pequenas rugas formam-se nos mesmos sítios, subindo do canto do olho para os lóbulos frontais. Aí há aquele mesmo calor, a sensação é parecida. Mas com uma força diferente.

 

No entanto, há mais a aproximá-las, a vários níveis, que a separá-las. E isso nota-se, mais ainda que as diferenças, muitas não descritas. Sente-se. Partilham em parte a mesma alma, aura, o que se lhe quiser chamar.  Sangue também. E o que as distingue, de certa forma, aproxima-as.

As pessoas que não acreditam em nada são tristes.

Ouvi isto em qualquer lado. Começo a acreditar que não acredito em nada. Isto vem e vai. Às vezes acho que não vale a pena, ou custa demais, ou acaba por ser mais fácil pensar, ou acreditar, que isto é A Verdade.
Não sei muito bem, devem ser as tais crises de fé. Ou uma treta assim.

No entanto, preciso de acreditar. Para continuar, mais não seja (continuar o quê? como? hem?!)
Preciso de um Deus em que Acreditar. Talvez precise de ser o meu próprio Deus. Acreditar-me. Em mim. Por mim.

Foda-se, isto agora está difícil.

Acordei cedíssimo hoje, sem razão aparente. Acordei e pronto, não consegui voltar a adormecer, e tenho a barriga às voltas, e está uma luz bonita lá fora.

 

E daqui a pouco volta a rotina do costume, hoje com mais calma. Tenho tempo, até demais. E isto não interessa absolutamente nada, mas apeteceu-me escrever, mais não seja para queimar uns minutos, para ocupar mais um tempinho, sei lá. Não é que alguém leia isto. Ainda bem! Para que raio tenho eu um blog?

Blegh.

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(giro. amanheceu tão cedo hoje.)

Notícias de Do-outro-lado-da-estrada-mais-acima-mais-ao-lado-mesmo-aí

 

I guess I´m alive

happy too.

 

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como sempre. inconstante ou preguiçosa

 

e é hora de mais mudança, ou regresso, qualquer coisa assim. Algo me diz que não há-de ser igual.

 

(e a minha bebé está tão crescida…)

19.

mandar o vestido às urtigas.

 

a história repete-se.

e a mim, só me apetece estar longe

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