olha o fatalismo.

Era qualquer coisa de estranho, sem o ser. Movimentos repetidos ad infinitum noutro tempo, noutro lugar. Que sensação de déja vu, que confusão de realidades. Um meio sonho acordado em que o corpo responde sozinho ao mundo exterior, sem necessidade de ser guiado conscientemente, um quase instinto qualquer que aflora. Ressurge quando menos se espera, ou quando se espera mas se pensa que não virá. É como se tempo nenhum se tivesse passado, e ainda assim tudo é diferente. É uma confusão de memória e do agora. Mudam factores e o resultado é o mesmo. Ou não. Mas assemelha-se, de uma forma ou de outra.

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